Metodologia e fontes
Esta página explica, passo a passo, como o resultado é calculado e mostra todas as posições atribuídas aos candidatos, com as fontes que as sustentam. Qualquer pessoa pode refazer o cálculo com estas informações.
O 2º turno presidencial, em 25 de outubro de 2026, entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), foi confirmado pela totalização do Tribunal Superior Eleitoral. Ver notícia oficial do TSE.
- Versão das perguntas
- 2.7.0
- Versão das posições
- 1.5.0 · 10/10/2026
- Posições documentadas
- 20 de 20
Princípios
- Nenhuma posição é atribuída a um candidato sem fonte verificável.
- Quando não há informação suficiente, o tema é marcado como “informação insuficiente” e fica fora do cálculo, em vez de receber uma correspondência inventada.
- Os mesmos critérios de fonte e de interpretação são aplicados aos dois candidatos.
- O resultado é uma estimativa de afinidade, não uma previsão ou recomendação de voto.
Como o cálculo funciona
- Cada pergunta tem 4 alternativas. Internamente, elas recebem valores de 1 a 4 que as ordenam de uma posição a outra oposta. A ordem em que aparecem na tela é sorteada sempre que o questionário é aberto, para que nenhuma posição fique sempre em primeiro ou em último lugar.
- Com base nas fontes, cada candidato recebe o valor da alternativa que mais se aproxima da sua posição documentada, com um grau de confiança (alta ou média).
- Em cada tema, 100 pontos são divididos entre os dois candidatos. Cada um recebe a distância do outro até a sua resposta, dividida pela soma das duas distâncias. Assim, quem está mais perto leva mais pontos. Se as duas distâncias forem iguais, inclusive quando os candidatos têm a mesma posição, o tema fica 50 × 50.
- Todos os temas têm o mesmo peso. O resultado é a média dos pontos, considerando apenas os temas em que os dois candidatos têm posição documentada. Os dois percentuais somam 100%.
- O resultado é exibido com uma casa decimal. Diferenças menores que 10 pontos (por exemplo, 45% × 55%) são apresentadas como resultado equilibrado.
- Como a divisão é relativa, ela não mostra se você concorda pouco com os dois. Por isso, os detalhes do resultado também trazem a concordância absoluta com cada candidato: 1 − distância ÷ 3 em cada tema (mesma alternativa = 100%; uma de distância = 66,7%; duas = 33,3%; três = 0%).
Exemplo: se você escolhe a alternativa de valor 4 e as posições documentadas são 1 e 3, as distâncias são 3 e 1. O primeiro candidato recebe 1 ÷ 4 = 25 pontos e o segundo, 3 ÷ 4 = 75 pontos. Esses pontos entram na média junto com os dos demais temas.
Critérios de fonte
As fontes são priorizadas nesta ordem:
- Plano de governo registrado no TSE e documentos oficiais da campanha;
- Votações nominais e projetos de lei;
- Atos oficiais de governo;
- Declarações públicas registradas por veículos jornalísticos reconhecidos;
- Checagens de fatos de agências independentes.
Posições baseadas em documentos, atos ou votos explícitos recebem confiança alta. Posições que dependem de declarações ou de interpretação razoável recebem confiança média.
Cuidados com a imparcialidade
- Os candidatos aparecem sempre em ordem alfabética.
- A interface do site usa apenas tons neutros. Só os gráficos usam uma cor para cada candidato (violeta e magenta), de mesmo peso visual e sem relação com as cores dos partidos. O site não usa cores, símbolos ou slogans de campanha.
- As perguntas e alternativas foram redigidas para não induzir respostas e são submetidas a revisão humana.
- As notícias são selecionadas por tema, com o mesmo critério para os dois candidatos, e não pelo seu resultado.
Limitações
- Dez perguntas não cobrem todos os temas relevantes de uma eleição.
- Resumir uma posição política em uma de quatro alternativas é uma simplificação. Posições podem mudar ao longo da campanha.
- Há assimetria de informação: um candidato tem histórico de governo, o outro tem histórico parlamentar. Por isso cada posição informa sua fonte e seu grau de confiança.
- O resultado não considera outros fatores importantes para o voto, como trajetória, equipe, alianças ou confiança pessoal.
Encontrou um erro ou uma fonte melhor? Escreva para [email protected].
Posições por tema
Toque em um tema para ver a posição de cada candidato e as fontes.
Empresas do governo
O que fazer com as empresas do governo?
Ver alternativas e valores
- [1] Manter todas e fortalecer.
- [2] Manter as principais, com menos influência de políticos.
- [3] Vender algumas e manter as mais importantes.
- [4] Vender todas.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaVender algumas e manter as mais importantes.
O plano de governo propõe retomar o Programa Nacional de Desestatização com avaliação caso a caso e fortalecer a Lei das Estatais. Flávio já falou em privatizar 95% das estatais, inclusive os Correios. Em outubro de 2026, o coordenador econômico da campanha afirmou que Petrobras, Banco do Brasil e Caixa não serão privatizados.
Por que esta alternativa?
A alternativa 3 é a que melhor resume o plano (desestatização caso a caso, com a Caixa reposicionada como 'Banco da Prosperidade') e a fala de que 'não dá para privatizar tudo'. A declaração sobre 95% das estatais aponta para a alternativa 4, mas a campanha a relativizou depois, excluindo Petrobras, BB e Caixa. A alternativa 2 contempla o fortalecimento da Lei das Estatais, mas não as privatizações propostas. A confiança é média por causa dessas sinalizações divergentes.
4 fontes
Plano de governoCampanha Flávio Bolsonaro/PL (PDF hospedado pela Agência Brasil) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso (Diretrizes do Plano de Governo Flávio Bolsonaro 2027-2030, versão final) (abre em nova aba)"vamos retomar o Programa Nacional de Desestatização com critério, avaliando caso a caso onde a presença do Estado deixou de fazer sentido." Sobre a Lei das Estatais: "Tentaram enfraquecê-la; nós vamos fortalecê-la."
DeclaraçãoNeoFeed · 11/02/2026
As promessas de Flávio Bolsonaro: privatização de 95% das estatais e corte de gastos e de impostos (abre em nova aba)Na CEO Conference do BTG Pactual, segundo a reportagem, Flávio disse pretender privatizar 95% das estatais. Falas citadas: "Não dá para privatizar tudo" e "onde puder privatizar, nós vamos privatizar".
DeclaraçãoO Liberal (Estadão Conteúdo) · 02/06/2026
Flávio Bolsonaro afirma que Correios têm de ser privatizados (abre em nova aba)"Os Correios têm que ser privatizados, para começar." E: "temos que partir para a privatização de outras empresas também que continuam ineficientes".
DeclaraçãoForbes Brasil · 08/10/2026
Petrobras, BB e Caixa Serão Privatizados? Veja o Que Diz Coordenador de Flávio Bolsonaro (abre em nova aba)O coordenador econômico Adolfo Sachsida disse, sobre Petrobras, BB e Caixa: "não existirão privatizações de empresas. Nenhuma dessas empresas será tocada". A reportagem observa que o plano prevê a retomada de privatizações caso a caso.
Lula PT
Confiança altaManter todas e fortalecer.
O programa de governo de 2026 prevê que a Petrobras amplie investimentos e volte ao segmento de distribuição de combustíveis. O governo retirou os Correios e outras estatais dos programas de desestatização em 2023, e Lula declarou que não haverá privatização dos Correios enquanto for presidente.
Por que esta alternativa?
A alternativa 1 corresponde à proposta de expandir a Petrobras para distribuição e refino e à reversão das privatizações. A alternativa 2 enfatiza regras contra a interferência política, o que não aparece como eixo no programa. Ressalva: em dezembro de 2025, Lula admitiu parcerias com empresas privadas e a hipótese de transformar os Correios em empresa de economia mista.
4 fontes
Plano de governoColigação Lula/PT (PDF divulgado pelo Congresso em Foco) · 08/08/2026
Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)"A Petrobras deverá retornar ao segmento de distribuição de combustíveis, expandindo sua capacidade de refino e ampliando a atuação da Transpetro para logística de GNL." O texto prevê ainda que a Petrobras continue ampliando investimentos em exploração "para recuperar participação no controle de reservas nacionais".
NotíciaBloomberg Línea · 07/04/2023
Governo Lula retira Correios e mais nove estatais de programas de privatização (abre em nova aba)Ato publicado em edição extra do DOU retirou do PND os Correios, EBC, Dataprev, Nuclep, Serpro, ABGF e Ceitec, e retirou do PPI ativos da Conab, a PPSA e a Telebras.
DeclaraçãoMoney Times (Estadão Conteúdo) · 18/12/2025
Correios: 'Enquanto eu for presidente, não haverá privatização', diz Lula (abre em nova aba)"Enquanto eu for presidente não tem privatização. O que pode ter é construção de parceria com empresas."
NotíciaPoder360 · 21/08/2026
Plano de governo de Lula em 2026 troca "reconstrução" por legado (abre em nova aba)Segundo a reportagem, seguem inalteradas em relação a 2022 as bases do programa, entre elas a "oposição à privatização de estatais estratégicas", citando Petrobras e Correios.
Impostos
Como deveriam ser os impostos?
Ver alternativas e valores
- [4] Diminuir muito para todos, cortando gastos do governo.
- [3] Manter os impostos parecidos, só simplificando e diminuindo devagar.
- [2] Diminuir para quem ganha pouco e cobrar mais de quem ganha muito.
- [1] Cobrar muito mais dos ricos.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança altaDiminuir muito para todos, cortando gastos do governo.
O plano propõe um "Tesouraço", descrito como "um corte profundo e por todos os lados" nos gastos. Também prevê rever a reforma tributária e a "majoração de impostos efetuada pelo atual governo", reduzir o IVA e os impostos sobre energia e combustíveis. Flávio declarou que buscará reduzir a carga tributária e os impostos sobre a folha de pagamento. Ele também defende a isenção do IR até R$ 5 mil, "sem precisar aumentar ou criar impostos".
Por que esta alternativa?
A alternativa 4 corresponde ao texto do plano, que vincula o corte profundo de gastos à redução de impostos. A alternativa 3 também prevê simplificar e não aumentar tributos de nenhum grupo, mas fala em diminuir 'devagar', enquanto o plano propõe cortes amplos e revisão de aumentos recentes. Uma reportagem de 08/10/2026 afirmou, em paráfrase e sem a fala original, que ele prometeu tributar dividendos. A fonte primária aponta o contrário: no Senado, em 05/11/2025, ele votou a favor da isenção do IR até R$ 5 mil, mas chamou de 'confisco' a cobrança de 10% sobre a distribuição de dividendos.
4 fontes
Plano de governoCampanha Flávio Bolsonaro/PL (PDF hospedado pela Agência Brasil) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso (Diretrizes do Plano de Governo Flávio Bolsonaro 2027-2030, versão final) (abre em nova aba)"Nossa bandeira é um grande TESOURAÇO: um corte profundo e por todos os lados, que enxuga a máquina, coloca as contas em ordem e reduz os impostos que pesam sobre quem produz." Também: "Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo" e "reduzir o IVA".
DeclaraçãoInfoMoney (Reuters) · 06/10/2026
Flávio diz que buscará reduzir imposto sobre folha de pagamento e carga tributária (abre em nova aba)Segundo a reportagem, Flávio "pretende reduzir os impostos sobre a folha de pagamento e perseguir uma diminuição da carga tributária do país".
DeclaraçãoPoder360 · 15/06/2026
Flávio Bolsonaro defende Bolsa Família e isenção de IR até R$ 5.000 (abre em nova aba)Flávio disse ser favorável à isenção até R$ 5 mil e que, no governo Bolsonaro, haveria compensação "sem precisar aumentar ou criar impostos". Ele criticou o atual governo por "elevadíssima carga tributária".
DeclaraçãoSenado Federal · 05/11/2025
Pronunciamento de Flávio Bolsonaro sobre o PL 1087/2025 (isenção do IR e tributação mínima de altas rendas) (abre em nova aba)Sobre profissionais liberais fora do Simples: 'mais 10% na distribuição de dividendos, quando passar da empresa para a pessoa física'. 'Isso é um confisco!' E: 'o nosso voto vai ser a favor desse projeto'.
Lula PT
Confiança altaDiminuir para quem ganha pouco e cobrar mais de quem ganha muito.
O governo sancionou em 2025 a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, compensada por uma tributação mínima de até 10% sobre altas rendas, incluindo dividendos. O programa de 2026 mantém a diretriz "colocar o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda" e fala em seguir promovendo justiça tributária.
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 descreve quase literalmente a Lei 15.270/2025 e a diretriz do programa. A alternativa 1 não foi adotada porque o programa não propõe imposto sobre grandes fortunas nem novo aumento líquido de arrecadação. A proposta de taxar grandes fortunas aparece apenas numa agenda de entidades da sociedade civil entregue à campanha.
4 fontes
Plano de governoColigação Lula/PT (PDF divulgado pelo Congresso em Foco) · 08/08/2026
Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)"Tributamos a renda dos super ricos e fechamos diversas brechas [...] como a tributação de offshores e fundos exclusivos. Ao mesmo tempo, reduzimos o peso dos impostos sobre os mais pobres". O resultado fiscal virá, entre outros fatores, "da promoção de justiça tributária e do combate aos privilégios e às distorções".
Ato oficialExame · 26/11/2025
Lula sanciona isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil (abre em nova aba)A sanção isenta salários de até R$ 5 mil e reduz o imposto até R$ 7.350. A compensação vem de uma alíquota mínima progressiva de até 10% sobre altas rendas, incluindo dividendos, a partir de R$ 600 mil por ano.
NotíciaEstado de Minas · 31/08/2026
Lula 2026: conheça as propostas do candidato à Presidência (abre em nova aba)Segundo a reportagem, o programa propõe consolidar a isenção do IR para salários de até R$ 5.000, compensada pela taxação de super-ricos, fundos exclusivos e offshores.
DeclaraçãoPoder360 · 28/09/2026
Lula diz que pode tirar 'um pouquinho' dos ricos para os pobres (abre em nova aba)'Eu não quero tirar nada de nenhum rico. Se eu puder, eu tiro um pouquinho, fazendo ele pagar mais imposto' para melhorar a vida dos pobres.
Programas sociais
O que fazer com os programas que pagam um valor todo mês às famílias pobres?
Ver alternativas e valores
- [1] Aumentar o valor e atender mais famílias.
- [2] Deixar como está, com mais fiscalização.
- [3] Manter, mas exigir que quem recebe trabalhe ou estude.
- [4] Acabar com todos os programas sociais.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaDeixar como está, com mais fiscalização.
O plano promete "manter os programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate às fraudes". Também dá prioridade aos beneficiários em qualificação e primeiro emprego e garante o retorno imediato ao benefício após o seguro-desemprego. Flávio disse que manteria o piso reajustado e defende prolongar o pagamento a quem conseguir emprego formal.
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 é a mais próxima: o compromisso central do plano é manter os programas com combate a fraudes. A alternativa 3 não foi escolhida porque o plano não propõe regras de permanência mais rígidas nem contrapartidas obrigatórias. A qualificação é oferecida como prioridade voluntária, e a regra de saída proposta é mais flexível (retorno sem fila, permanência estendida após o emprego). A alternativa 1 não se aplica, porque não há proposta de ampliar valores ou cobertura. A confiança é média porque o plano também propõe mudanças nas regras de saída, enquanto a alternativa 2 fala em manter o programa 'como está'.
3 fontes
Plano de governoCampanha Flávio Bolsonaro/PL (PDF hospedado pela Agência Brasil) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso (Diretrizes do Plano de Governo Flávio Bolsonaro 2027-2030, versão final) (abre em nova aba)"vamos manter os programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate às fraudes." E: "garantiremos o retorno imediato e sem fila ao benefício após o seguro-desemprego, mantidas as condições de elegibilidade".
DeclaraçãoPoder360 · 15/06/2026
Flávio Bolsonaro defende Bolsa Família e isenção de IR até R$ 5.000 (abre em nova aba)Flávio chamou o programa de "direito adquirido" e anunciou que proporá "a criação de um programa para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família" ao conseguir emprego formal ou abrir empresa.
NotíciaBBC News Brasil (republicado por O POVO) · 08/10/2026
O que Flávio Bolsonaro e Lula propõem sobre o Bolsa Família (abre em nova aba)Flávio criticou o reajuste de 2026, mas disse que manteria o novo valor. Não há proposta de ampliação, e o foco está em qualificação, emprego formal e combate a fraudes.
Lula PT
Confiança altaAumentar o valor e atender mais famílias.
O programa de 2026 afirma que se deve "manter, aperfeiçoar e ampliar as políticas de proteção social". Em setembro de 2026, o governo reajustou o Bolsa Família em 15,04%, pela inflação acumulada, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691.
Por que esta alternativa?
A alternativa 1 corresponde ao compromisso explícito de ampliar a proteção social e ao reajuste de valores feito por decreto. A alternativa 2 não descreve a proposta, que fala em ampliação. Ressalvas: o programa não fixa novo valor nem meta de cobertura, e o reajuste de 2026 repôs a inflação acumulada desde 2023, sem ganho real.
3 fontes
Plano de governoColigação Lula/PT (PDF divulgado pelo Congresso em Foco) · 08/08/2026
Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)"Por isso, devemos manter, aperfeiçoar e ampliar as políticas de proteção social para quem mais necessita." O texto também afirma: "Recriamos e expandimos o Bolsa Família."
Ato oficialMercado&Consumo (com informações da Agência Brasil) · 17/09/2026
Governo reajusta Bolsa Família em 15% e eleva valor mínimo para R$ 691 (abre em nova aba)O Decreto nº 13.120, de 17/09/2026, reajustou os valores pelo INPC acumulado (15,04%). O piso foi de cerca de R$ 600 para R$ 691 e o benefício médio, de R$ 675 para R$ 777, com efeitos a partir de 1º de outubro.
NotíciaBBC News Brasil (republicado por O POVO) · 08/10/2026
O que Flávio Bolsonaro e Lula propõem sobre o Bolsa Família (abre em nova aba)O plano de Lula fala em continuar a expansão, com destaque para crianças e adolescentes, sem definir novo valor. Fala de Lula: "Mas, enquanto precisar, no meu governo vai ter".
Saúde
Como melhorar o atendimento de saúde pública?
Ver alternativas e valores
- [4] Cada um deve pagar seu próprio plano de saúde.
- [3] Usar principalmente hospitais particulares pagos pelo governo.
- [2] Investir nos hospitais públicos e usar particulares só para diminuir filas.
- [1] Investir só nos postos e hospitais públicos.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaInvestir nos hospitais públicos e usar particulares só para diminuir filas.
O plano propõe contratar serviços e exames da rede privada em horários ociosos para reduzir filas, apresentados como aproveitamento de capacidade existente, e corrigir a tabela SUS. Também prevê ampliar a Estratégia Saúde da Família, ampliar e construir postos de saúde, modernizar os hospitais universitários federais (EBSERH) e expandir a telessaúde. Flávio declarou que não pretende acabar com os pisos constitucionais da saúde.
Por que esta alternativa?
Pelo mesmo critério aplicado a Lula, a alternativa 2 é a mais próxima: o plano trata a rede privada como complemento ('aproveitar essa capacidade é atender mais sem construir do zero'), limitado a horários ociosos e voltado a filas. Ao lado disso, propõe expandir serviços públicos (Saúde da Família, postos de saúde, EBSERH). A alternativa 3 não foi escolhida porque o plano não indica uso em larga escala nem substituição da prestação pública. A alternativa 4 também não, porque não há proposta sobre planos de saúde privados. A confiança é média porque o plano não traz compromisso explícito de ampliar o investimento total no SUS. Ele propõe um corte amplo de gastos ('Tesouraço'), e houve relato de bastidores (Correio Braziliense, 22/04/2026) sobre estudo para corrigir o piso da saúde só pela inflação, negado por Flávio em 19/06/2026 e ausente do plano. Um especialista ouvido pelo WSCOM vê 'ênfase maior na atenção privada' no plano.
3 fontes
Plano de governoCampanha Flávio Bolsonaro/PL (PDF hospedado pela Agência Brasil) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso (Diretrizes do Plano de Governo Flávio Bolsonaro 2027-2030, versão final) (abre em nova aba)"vamos contratar serviços e exames na rede privada nos horários ociosos: há aparelho parado enquanto gente espera meses pelo mesmo exame, e aproveitar essa capacidade é atender mais sem construir do zero." Também: "Vamos garantir as condições para que seja possível a correção efetiva da tabela SUS", "Vamos ampliar a Estratégia Saúde da Família" e "postos de saúde que vamos ampliar e construir".
Checagem de fatosJovem Pan · 07/10/2026
Plano de governo de Flávio Bolsonaro contradiz montagens espalhadas na web (abre em nova aba)A reportagem afirma que o plano propõe contratar serviços da rede privada em horários ociosos para reduzir filas, sem substituir o SUS nem cobrar dos pacientes, e que não há trecho determinando o fim da Farmácia Popular.
DeclaraçãoCorreio do Estado (Estadão Conteúdo) · 19/06/2026
Flávio diz não pretender atacar pisos da saúde e educação, vinculação do mínimo e Previdência (abre em nova aba)Perguntado sobre o fim dos pisos constitucionais, respondeu: "Não, não pretendo". Também disse: "Quem precisa de proteção do Estado, no meu governo, vai continuar protegido".
Lula PT
Confiança altaInvestir nos hospitais públicos e usar particulares só para diminuir filas.
O programa de 2026 prevê seguir ampliando a rede pública (hospitais, policlínicas e equipamentos via Novo PAC, terceiro turno, carretas e mutirões). Também prevê dar continuidade à parceria com hospitais privados, que oferecem exames e cirurgias ao SUS em troca de créditos financeiros ou abatimento de dívidas, no âmbito do Agora Tem Especialistas (Lei 15.233/2025).
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 corresponde ao programa: ele prevê expandir a rede pública (hospitais, policlínicas, equipamentos, terceiro turno, carretas, mutirões) e manter a parceria com hospitais privados como complemento para exames e cirurgias. A alternativa 3 não se aplica, porque a contratação privada é limitada por lei a R$ 2 bilhões/ano em créditos e não é o eixo principal. A alternativa 1 também não, porque o candidato mantém e formalizou a contratação privada.
3 fontes
Plano de governoColigação Lula/PT (PDF divulgado pelo Congresso em Foco) · 08/08/2026
Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)"Daremos continuidade à parceria com hospitais privados para assegurar, em troca de créditos financeiros ou de dívidas, a oferta de exames e cirurgias para o SUS." E: "Continuaremos investindo para garantir à rede pública equipamentos modernos e em número suficiente".
Ato oficialCâmara dos Deputados – Legislação Informatizada · 07/10/2025
Lei nº 15.233, de 7 de outubro de 2025 (Institui o Programa Agora Tem Especialistas) (abre em nova aba)A lei institui o programa, com adesão de hospitais privados com ou sem fins lucrativos. Os atendimentos ao SUS geram créditos financeiros para compensar tributos federais, limitados a R$ 2 bilhões por ano.
NotíciaFuturo da Saúde · 19/08/2026
O que os candidatos à Presidência propõem para a saúde (abre em nova aba)Segundo a reportagem, o plano de Lula promete ampliar o Agora Tem Especialistas (terceiro turno, Carretas da Saúde, mutirões) e manter os acordos com hospitais privados.
Educação
O que deve ser prioridade nas escolas?
Ver alternativas e valores
- [1] Escola pública o dia todo (tempo integral).
- [2] Focar em alfabetização e metas de aprendizado, sem mudar o jeito das escolas.
- [3] Mais disciplina e regras mais rígidas nas escolas.
- [4] Dar mais liberdade às famílias: vale para escola particular ou ensino em casa.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaMais disciplina e regras mais rígidas nas escolas.
O plano de governo registrado no TSE ('Para o Brasil vencer o atraso') afirma 'Vamos ampliar as Escolas Cívico-Militares', propõe o método fônico, repasses vinculados a metas de aprendizagem, apoio à escola em tempo integral e voucher para escola ou creche privada apenas onde faltar vaga na rede pública. Como senador, criticou em 2023 o fim do programa federal de escolas cívico-militares.
Por que esta alternativa?
A alternativa 3 (mais disciplina e regras mais rígidas nas escolas) é a mais próxima da proposta central do plano para a educação básica: ampliar as escolas cívico-militares, modelo baseado em disciplina e gestão compartilhada com militares. Como a pergunta não cita esse modelo pelo nome, a correspondência depende de interpretação, e por isso a confiança é média. A alternativa 4 foi descartada porque o vale previsto é restrito à falta de vagas na rede pública e o plano não menciona ensino em casa. Como senador, ele apoiou em 06/2026 o pedido de urgência para votar o projeto de ensino domiciliar, um sinal parcial na direção da 4. O plano também tem elementos das alternativas 1 e 2 (apoio ao tempo integral; metas de aprendizagem), mas sem a mesma prioridade.
5 fontes
Plano de governoCampanha de Flávio Bolsonaro (PL) – documento registrado no TSE; cópia publicada pelo Poder360 · 13/08/2026
Para o Brasil vencer o atraso – Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (abre em nova aba)p. 35-36: 'Vamos ampliar as Escolas Cívico-Militares, que uniram disciplina e bom desempenho onde foram implantadas'; 'Apoiamos a escola em tempo integral'; 'onde faltar vaga na rede pública, a família receberá um voucher educacional para matricular o filho em outra escola'.
NotíciaSBT News · 03/09/2026
Educação: o que Flávio propõe em plano de governo (abre em nova aba)Reportagem resume as propostas do plano: ampliar escolas cívico-militares, priorizar o método fônico, apoiar a escola em tempo integral, voucher-creche e voucher educacional onde não houver vaga pública e financiamento vinculado a metas de aprendizagem.
NotíciaTodos Pela Educação · Data não informada
Educação nas eleições de 2026 – Análise do Todos Pela Educação das propostas para a Educação Básica dos candidatos à presidência da República (abre em nova aba)Análise de setembro de 2026 registra que o plano de Flávio 'propõe ainda ampliar as escolas cívico-militares' e propõe vouchers para matrícula em instituições privadas 'quando não houver vagas na rede pública'.
DeclaraçãoJornal de Brasília · 12/07/2023
Flávio, Ciro Nogueira, Bia Kicis: aliados de Bolsonaro criticam fim de escolas cívico-militares (abre em nova aba)Flávio criticou o encerramento do programa federal, referindo-se a 'Pais e mães, militares e carentes, que podiam matricular seus filhos nas exemplares escolas cívico-militares'.
NotíciaAPUFSC (reprodução da Folha de S.Paulo) · 01/07/2026
Senadores bolsonaristas se articulam para votar com urgência projeto que libera ensino domiciliar (abre em nova aba)O requerimento de urgência é do senador Magno Malta (PL-ES); entre os senadores que o apoiam aparece Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Lula PT
Confiança altaEscola pública o dia todo (tempo integral).
O programa de governo registrado no TSE declara que a expansão da educação em tempo integral terá 'absoluta prioridade', com financiamento via Fundeb e obras do Novo PAC em apoio às redes estaduais e municipais. O candidato afirmou, ao sancionar o PNE em 2026, que o país não precisa expandir escolas cívico-militares, e seu governo criou o Programa Escola em Tempo Integral (Lei 14.640/2023).
Por que esta alternativa?
A alternativa 1 é a prioridade declarada de forma literal no programa. A alternativa 2 também tem elementos presentes (meta de 80% de alfabetização na idade certa, metas do PNE), mas o plano coloca o tempo integral como eixo prioritário de expansão, e não a manutenção do modelo. As alternativas 3 e 4 são contrárias às declarações e atos documentados (crítica às escolas cívico-militares; nenhuma menção a vouchers ou educação domiciliar).
4 fontes
Plano de governoColigação de Lula (PT) – documento registrado no TSE; cópia publicada pelo Congresso em Foco · 08/08/2026
Programa de Governo – Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil (Lula 2026) (abre em nova aba)Eixo 4 (p. 30-31): 'O fomento à expansão da educação em tempo integral terá absoluta prioridade no novo mandato.' O texto cita a inclusão do tempo integral no Fundeb a partir de 2026 e recursos do Novo PAC para 686 escolas de tempo integral.
DeclaraçãoFolha de Pernambuco · 14/04/2026
Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação (abre em nova aba)Ao sancionar o novo PNE, Lula disse que o plano mostra que o Brasil não precisa de expansão de escolas cívico-militares na educação pública: 'enquanto eles quiserem estudar, eles têm que estudar a mesma coisa que estudam 220 milhões de brasileiros'.
Ato oficialAgência Senado · 01/08/2023
Programa Escola em Tempo Integral é sancionado com vetos (abre em nova aba)A Lei 14.640/2023, sancionada por Lula, cria o Programa Escola em Tempo Integral, com 'assistência técnica e financeira da União aos entes federados para aumentar matrículas no ensino básico em tempo integral'.
NotíciaTodos Pela Educação · Data não informada
Educação nas eleições de 2026 – Análise do Todos Pela Educação das propostas para a Educação Básica dos candidatos à presidência da República (abre em nova aba)Análise de setembro de 2026: no plano de Lula, a Educação Integral em Tempo Integral tem fomento apresentado como de 'absoluta prioridade', associado ao Fundeb e ao Novo PAC; também há uma 'estratégia nacional permanente de recomposição e aceleração das aprendizagens'.
Armas
Quem deve poder ter arma de fogo?
Ver alternativas e valores
- [4] Liberar armas para todos.
- [3] Facilitar ter arma em casa para quem cumprir as regras.
- [2] Permitir, com regras duras e muita fiscalização.
- [1] Só a polícia pode ter arma.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaFacilitar ter arma em casa para quem cumprir as regras.
O plano de governo registrado no TSE não trata de acesso civil a armas. Reportagens de 2026 relatam que a equipe de campanha estuda revogar o Estatuto do Desarmamento e substituí-lo por regras objetivas que garantiriam o direito a quem cumprir requisitos, e o candidato declarou em outubro que a 'legítima defesa tem que voltar'. Como senador, é autor de projeto de porte de arma para advogados e relatou favoravelmente porte para defensores públicos.
Por que esta alternativa?
A alternativa 3 é o mínimo que as evidências de 2026 sustentam sem inferência adicional: a proposta atribuída à campanha (Gazeta do Povo) substitui a análise de 'efetiva necessidade' por requisitos objetivos (idade, ocupação lícita, residência, testes), e a declaração do candidato ('legítima defesa tem que voltar') não detalha medidas. A alternativa 4 é vizinha plausível, porque a mesma reportagem fala em revogar integralmente o Estatuto do Desarmamento e o candidato apoia porte para categorias profissionais (advogados, defensores públicos); não foi escolhida porque nenhuma fonte de 2026 verificada descreve porte geral para a população, o plano oficial é silente e o detalhamento da revogação foi feito por um aliado (dep. Marcos Pollon), não pelo candidato. Mesmo critério aplicado a Lula: prevalecem propostas e atos concretos sobre retórica. Confiança média.
5 fontes
NotíciaGazeta do Povo · 07/08/2026
Fim do Estatuto do Desarmamento: Flávio Bolsonaro planeja nova lei de armas (abre em nova aba)Segundo a reportagem, Flávio e sua equipe trabalham em plano para a 'revogação completa da Lei 10.826', substituindo a avaliação de 'efetiva necessidade' pela PF por requisitos objetivos (idade, ocupação lícita, residência fixa, testes técnicos e psicológicos); o detalhamento foi feito pelo deputado Marcos Pollon.
DeclaraçãoICL Notícias (conteúdo Folhapress) · 07/10/2026
Flávio indica retomar agenda armamentista do pai e promete acesso a armas para legítima defesa (abre em nova aba)Questionado pela Folha, Flávio disse que a 'legítima defesa tem que voltar, né? Só quem tá armado é bandido'. Não detalhou medidas nem se revogaria os decretos de Lula; a reportagem registra que o ponto não está no plano de governo.
VotaçãoCongresso em Foco · 01/09/2026
Com parecer de Flávio, comissão aprova porte de arma a defensores (abre em nova aba)A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, com parecer favorável de Flávio, o PL 2.343/2025, que concede porte de arma a defensores públicos, condicionado à comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.
NotíciaCongresso em Foco · 13/04/2025
Senado analisa projetos que ampliam porte de arma no Brasil (abre em nova aba)Flávio é autor do PL 2.734/2021, que 'autoriza o porte de arma de fogo para advogados, para defesa pessoal', aprovado na CSP e enviado à CCJ.
DeclaraçãoEstado de Minas · 22/07/2023
Flávio Bolsonaro critica novo decreto de armas: 'Bandidagem agradece' (abre em nova aba)Sobre o Decreto 11.615/2023: 'Lula não assinou um novo decreto de armas, assinou uma sentença de morte para muita gente. A bandidagem agradece'.
Lula PT
Confiança altaPermitir, com regras duras e muita fiscalização.
O programa de governo afirma que manterá 'uma política de controle de armas e munições', com rastreabilidade e reforço da fiscalização da Polícia Federal e do Exército sobre segurança privada, defesa pessoal e CACs. O Decreto 11.615/2023 regulamentou o Estatuto do Desarmamento mantendo a aquisição civil com regras mais restritivas, e o candidato tem defendido que o armamento deve se concentrar nas forças de segurança.
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 descreve a política adotada e prometida: o plano e o decreto preveem acesso civil para defesa pessoal e CACs, mas com controle e fiscalização reforçados. A alternativa 1 é compatível com a retórica do candidato ('quem tem que estar bem armado são os policiais'), mas não com os atos e o plano, que não propõem vedar a posse civil. As alternativas 3 e 4 contrariam os atos documentados.
4 fontes
Plano de governoColigação de Lula (PT) – documento registrado no TSE; cópia publicada pelo Congresso em Foco · 08/08/2026
Programa de Governo – Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil (Lula 2026) (abre em nova aba)Eixo 3 (p. 26-29): 'A revogação dos decretos editados no governo anterior, que facilitavam o acesso a armas de fogo, foi uma medida acertada. Por isso, manteremos uma política de controle de armas e munições', com rastreabilidade e fiscalização da PF e do Exército sobre 'defesa pessoal e registros de caçadores, atiradores e colecionadores'.
Ato oficialCâmara dos Deputados – Legislação Informatizada · 21/07/2023
DECRETO Nº 11.615, DE 21 DE JULHO DE 2023 (abre em nova aba)Ementa: regulamenta a Lei 10.826/2003 'para estabelecer regras e procedimentos relativos à aquisição, ao registro, à posse, ao porte, ao cadastro e à comercialização nacional de armas de fogo' e disciplina caça, tiro desportivo e colecionamento (decreto validado pelo STF em 2025).
DeclaraçãoCongresso em Foco · 06/02/2026
Lula: "Houve um tempo em que era mais bonito vender armas do que livros" (abre em nova aba)Lula criticou a política anterior: 'Esse país chegou a um tempo em que era mais bonito vender armas do que vender livros' e 'Essas armas iam cair na mão do bandido ou do crime organizado.'
DeclaraçãoMetrópoles · 21/07/2023
Lula: "Quem tem que estar bem armada é a polícia brasileira" (abre em nova aba)No lançamento do decreto de 2023, Lula afirmou: 'Quem tem que estar bem armado são os policiais brasileiros e as Forças Armadas brasileiras.'
Meio ambiente
Como equilibrar a proteção da natureza e a produção no campo?
Ver alternativas e valores
- [1] Proteger a natureza.
- [2] Punir o desmatamento ilegal e replantar para compensar o permitido.
- [3] Facilitar autorizações e exigir menos do produtor.
- [4] Não proteger o meio ambiente.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança altaFacilitar autorizações e exigir menos do produtor.
O plano de governo propõe 'licenciamento ambiental ágil', com concessão da licença caso o órgão não decida no prazo, e combate ao desmatamento ilegal 'sem criar novas obrigações ou custos' ao produtor, com meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029 e ampliação do pagamento por serviços ambientais. Como senador, votou a favor da Lei Geral do Licenciamento (PL 2.159/2021) em 2025 e foi coautor, em 2019, de projeto que revogava a reserva legal do Código Florestal (arquivado).
Por que esta alternativa?
A alternativa 3 corresponde de perto ao plano de 2026: licença concedida se o órgão não decidir no prazo, fiscalização 'sem criar novas obrigações ou custos desnecessários para o produtor rural' e meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029; o voto 'Sim' na Lei Geral do Licenciamento (2025) e a declaração em Belém (2026) são coerentes. Ressalva: o plano fala em não criar novas obrigações, e não explicitamente em reduzir as existentes. A alternativa 2 não foi escolhida porque o plano não prevê compensação do desmatamento legal com reflorestamento (o pagamento por serviços ambientais citado é incentivo voluntário). A alternativa 4 tem respaldo apenas no PL 2362/2019, de coautoria do candidato, arquivado e ausente do plano de 2026; pelo critério de priorizar evidências da campanha atual, fica registrada como evidência antiga. Confiança alta pelo mesmo critério aplicado a Lula: programa explícito e coerente com atos recentes (2025-2026); evidência divergente anterior a 2020 não rebaixa a confiança, mas está documentada.
4 fontes
Plano de governoCampanha de Flávio Bolsonaro (PL) – documento registrado no TSE; cópia publicada pelo Poder360 · 13/08/2026
Para o Brasil vencer o atraso – Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (abre em nova aba)p. 49-50: licenciamento 'ágil, moderno e com segurança jurídica'; se o órgão 'não decidir nem se manifestar dentro desse prazo, a licença deve ser concedida'. p. 58: 'meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029', fiscalização focada em grilagem e desmatamento ilegal 'sem criar novas obrigações ou custos desnecessários para o produtor rural'.
VotaçãoPoder360 · 22/05/2025
Licença ambiental: 45% dos votos a favor foram da base de Lula (abre em nova aba)O Senado aprovou o PL 2.159/2021 (Lei Geral do Licenciamento Ambiental) por 54 a 13; na lista nominal: 'Flávio Bolsonaro (RJ) – Sim'.
DeclaraçãoO Liberal · 14/09/2026
Flávio Bolsonaro defende licenciamento ambiental 'sem ideologia' durante visita a Belém (abre em nova aba)Flávio defendeu exploração responsável dos recursos 'sem ideologizar os licenciamentos ambientais como acontece hoje, que acabam inviabilizando qualquer tipo de progresso', e combate a crimes ambientais 'com fiscalização, com prisão'.
VotaçãoSenado Federal · Data não informada
PL 2362/2019 – Consulta Pública e-Cidadania (abre em nova aba)Projeto de autoria de Flávio Bolsonaro e Marcio Bittar que 'Revoga o Capítulo IV - Da Reserva Legal, da Lei nº 12.651' (Código Florestal). Tramitação encerrada; não é mais passível de votação.
Lula PT
Confiança altaPunir o desmatamento ilegal e replantar para compensar o permitido.
O programa de governo reafirma a meta de 'desmatamento líquido zero até 2030', promete fortalecer a fiscalização e o monitoramento, cita 3,4 milhões de hectares em restauração florestal e combina isso com expansão do Plano Safra, recuperação de pastagens e incentivo a sistemas integrados (ILPF). Em 2025, o presidente vetou 63 dispositivos da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, a maioria depois derrubada pelo Congresso.
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 descreve o conjunto do plano: meta de desmatamento 'líquido' zero (desmatamento remanescente compensado por recuperação de vegetação), reforço da fiscalização, restauração florestal e incentivos à agropecuária sustentável. A alternativa 1 não foi escolhida porque o plano não propõe regras de licenciamento mais rígidas que as atuais (os vetos de 2025 defenderam regras existentes contra a flexibilização) nem aceita limitar a expansão agrícola; ao contrário, promete ampliar crédito e produção. As alternativas 3 e 4 contrariam os vetos de 2025 e o plano. Confiança alta: programa explícito e coerente com os atos de governo.
3 fontes
Plano de governoColigação de Lula (PT) – documento registrado no TSE; cópia publicada pelo Congresso em Foco · 08/08/2026
Programa de Governo – Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil (Lula 2026) (abre em nova aba)Eixo 11 (p. 69-72): 'continuaremos trabalhando para alcançar o desmatamento líquido zero até 2030' e 'Seguiremos fortalecendo e aprimorando as ações de fiscalização'. Eixo 9 (p. 58-62): ampliar recursos do Plano Safra, recuperação de pastagens degradadas e fomento à Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.
Ato oficialAgência Câmara de Notícias · 27/11/2025
Congresso derruba vetos de Lula ao licenciamento ambiental (abre em nova aba)O Congresso derrubou os vetos de Lula à Lei Geral do Licenciamento (exceto os relativos à LAE, objeto da MP 1308/25). O Executivo alegou, entre outros pontos, possibilidade de implantar projetos sem análise de impactos e enfraquecimento da proteção de unidades de conservação.
NotíciaO POVO+ (coluna de opinião) · 23/09/2026
Meio ambiente: o candidato menos pior (abre em nova aba)Coluna registra que o plano de Lula inclui 'propostas para garantir a efetividade do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica', pagamento por serviços ambientais e incentivos à agricultura de baixo carbono, como a integração lavoura-pecuária-floresta.
Justiça
Como devem ser escolhidos os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal)?
Ver alternativas e valores
- [1] Deixar como é hoje: o presidente escolhe e o Senado aprova.
- [2] O presidente escolhe, mas com regras mais rígidas sobre quem pode ser indicado.
- [3] O presidente escolhe a partir de uma lista de juízes de carreira feita pela própria Justiça.
- [4] Um conselho com juristas e pessoas da sociedade escolhe, não só o presidente.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaO presidente escolhe a partir de uma lista de juízes de carreira feita pela própria Justiça.
Flávio Bolsonaro assina duas propostas de emenda à Constituição que limitam a escolha a juízes de carreira e criam listas prévias. A PEC 17/2026 exige magistrados de 60 a 70 anos, escolhidos em lista tríplice. Na PEC 45/2025, a lista é montada pelo CNJ, o presidente a reduz a três nomes e o Senado escolhe. O plano de governo propõe quarentena de um ano para ministros de Estado serem indicados ao STF.
Por que esta alternativa?
As duas PECs que ele assina correspondem à alternativa 3: o presidente deixa de escolher livremente e passa a escolher numa lista de juízes de carreira definida pela própria Justiça. A confiança é média porque a posição vem de assinaturas em propostas, não do plano de governo. O plano trata só da quarentena, que se aproxima da alternativa 2. Na campanha, ele fala em indicar ministros com perfil conservador, sem detalhar o modelo de escolha.
4 fontes
Ato oficialSenado Federal · 02/09/2026
Proposta de Emenda à Constituição nº 17, de 2026 (abre em nova aba)Ementa: 'Altera os arts. 14 e 101 da Constituição Federal, para dispor sobre os requisitos de escolha dos Ministros do Supremo Tribunal Federal e sobre sua inelegibilidade para qualquer cargo eletivo, pelo prazo de cinco anos após deixarem a função.' Primeiro signatário: Zequinha Marinho (PODE/PA); Flávio Bolsonaro (PL/RJ) consta entre os autores.
NotíciaJornal de Brasília (Estadão Conteúdo) · 07/10/2026
Saiba o que Lula e Flávio propõem sobre novas regras para indicação de ministros ao STF (abre em nova aba)A PEC assinada por Flávio exige que o indicado seja magistrado, tenha entre 60 e 70 anos e não tenha condenação em processo disciplinar; a escolha seria por lista tríplice definida por colegiado com membros do STF, STJ, TST e STM.
Ato oficialSenado Federal · 02/12/2025
Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2025 (abre em nova aba)Ementa: 'Modifica o processo de escolha dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.' Primeiro signatário: Carlos Portinho (PL/RJ); Flávio Bolsonaro (PL/RJ) consta entre os coautores. Segundo o Poder360 (03/12/2025), o CNJ elaboraria lista sêxtupla, o presidente a reduziria a três nomes e o Senado escolheria um.
Plano de governoFlávio Bolsonaro / PL (cópia hospedada pelo Poder360) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso - Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (abre em nova aba)p. 65, 'Reforma do Judiciário: o STF como Corte Constitucional': 'Quarentena de 1 ano para que Ministros de Estado possam ser indicados ao STF.' O plano não trata de listas nem de outra forma de escolha.
Lula PT
Confiança médiaUm conselho com juristas e pessoas da sociedade escolhe, não só o presidente.
Na campanha, Lula passou a defender que a escolha dos ministros do STF não fique só com o presidente. Em 30/09/2026 disse: 'Vou propor que a gente monte um conselho para escolher os ministros'. Em entrevista à Band, sugeriu um colegiado com entidades da sociedade civil. O programa de governo 2027-2030 não trata do tema, e o modelo ainda não foi detalhado.
Por que esta alternativa?
A proposta de um conselho para escolher os ministros, com participação da sociedade civil, corresponde à alternativa 4. A confiança é média porque são declarações recentes, sem proposta formal: não está definido se o conselho escolheria ou apenas avaliaria os nomes, nem quem o comporia.
4 fontes
DeclaraçãoPoder360 · 30/09/2026
Lula defende criação de conselho para escolher ministros do STF (abre em nova aba)Em entrevista a influenciadores: 'Vou propor que a gente monte um conselho para escolher os ministros [do STF].' Segundo a reportagem, o programa de governo não traz proposta específica sobre a forma de escolha.
DeclaraçãoO Tempo (Folhapress) · 27/09/2026
Com crise no STF, Lula sugere conselho para indicação de nomes e defende mandato para ministros (abre em nova aba)Em entrevista à Band: 'Temos que criar um critério para que seja alguém que passe por um crivo de um colegiado'. Segundo a reportagem, Lula sugeriu um conselho com juristas e membros da sociedade civil.
NotíciaJornal de Brasília (Estadão Conteúdo) · 07/10/2026
Saiba o que Lula e Flávio propõem sobre novas regras para indicação de ministros ao STF (abre em nova aba)Lula: 'Eu acho que tem que mudar o critério.' Ele propõe que um colegiado composto por entidades da sociedade civil faça a escolha do indicado, em formato ainda a definir.
Plano de governoColigação PT/PSB/PV/PCdoB/PDT/PSOL/Rede (cópia hospedada pelo Congresso em Foco) · Data não informada
Diretrizes para o Desenvolvimento do Plano de Governo 2027-2030 (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)O programa não menciona o STF nem a forma de escolha de seus ministros (busca no texto integral).
Trabalho
O que mudar nas regras de horas de trabalho?
Ver alternativas e valores
- [1] Diminuir as horas e acabar com a escala 6x1.
- [2] Diminuir as horas, com exceções para pequenas empresas.
- [3] Deixar como está.
- [4] Deixar livre, permitir trabalhar mais de 50h semanais e ter menos direitos.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaDeixar livre, permitir trabalhar mais de 50h semanais e ter menos direitos.
Flávio Bolsonaro defende jornada flexível, prevalência do negociado sobre o legislado e remuneração/salário mínimo por hora trabalhada, além de contratos de menor custo para jovens. Apoia a proposta alternativa do senador Rogério Marinho (PL-RN) em vez da PEC do fim da 6x1, sem declarar como votaria nesta.
Por que esta alternativa?
Pelo critério da alternativa mais próxima, a 4 é a que melhor corresponde à direção do plano: jornada flexível ('jornada flexível'), acordo entre as partes valendo mais que a lei ('negociado sobre o legislado'), salário mínimo por hora trabalhada e contrato de menor custo para jovens. A alternativa 3 ('deixar como está') foi descartada porque o candidato propõe mudar as regras, e as alternativas 1 e 2 porque não há apoio documentado à redução da jornada por lei. Ressalva importante: nem o plano nem as declarações verificadas falam em permitir jornadas de mais de 50 horas semanais ou em reduzir direitos de forma explícita. Esses elementos da alternativa 4 não são atribuídos ao candidato, e por isso a confiança é média.
3 fontes
Plano de governoFlávio Bolsonaro / PL (cópia hospedada pelo Poder360) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso - Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (abre em nova aba)p. 44: 'Vamos também dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível [...] Por isso defendemos o negociado sobre o legislado'. pp. 43-44: contrato de trabalho para jovens de 18 a 24 anos 'com menor custo na folha'. p. 45 critica o governo por, na discussão de jornada, 'ignorar a prevalência do negociado sobre o legislado'.
DeclaraçãoDiário do Grande ABC · 19/05/2026
Flávio Bolsonaro mostra favoritismo da escala 5x2, mas pondera (abre em nova aba)Na Marcha dos Prefeitos, Flávio chamou o debate sobre a 6x1 de 'válido, mas insuficiente' e afirmou: 'O trabalhador é quem tem que escolher quanto tempo trabalha, e não o governo' e 'O salário mínimo será por hora trabalhada, com todos os direitos garantidos.'
DeclaraçãoO Liberal (Estadão Conteúdo) · 01/09/2026
Flávio Bolsonaro foge novamente de responder se votará a favor ou contra PEC 6x1 (abre em nova aba)Flávio afirmou: 'Vamos defender o nosso texto, que é a liberdade do trabalhador. Primeiro, vota-se a nossa proposta, depois vê o que faz'; reafirmou apoio à proposta de Rogério Marinho (remuneração por hora trabalhada) e não disse como votaria na PEC.
Lula PT
Confiança altaDiminuir as horas e acabar com a escala 6x1.
Lula defende o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima para 40 horas semanais por mudança constitucional/legal, sem redução salarial, 'nos termos aprovados na Câmara'. Esse texto vale para os trabalhadores em geral, com transição única de cerca de 12 a 14 meses. O governo também enviou projeto de lei próprio com urgência em abril de 2026.
Por que esta alternativa?
A alternativa 1 corresponde ao objetivo declarado e ao texto apoiado, que não cria exceções por setor nem prazos maiores para pequenas empresas. As exceções existentes são pontuais: empregados 'hipersuficientes', regimes especiais por acordo coletivo (como 12x36) e prazo próprio para terceirizados de contratos públicos. A alternativa 2 foi descartada porque não há evidência verificada de apoio do candidato a prazos maiores para pequenas empresas ou setores. Integrantes do governo admitiram discutir apoio ao setor produtivo, o que não equivale a exceção de jornada.
4 fontes
Plano de governoColigação PT/PSB/PV/PCdoB/PDT/PSOL/Rede (cópia hospedada pelo Congresso em Foco) · Data não informada
Diretrizes para o Desenvolvimento do Plano de Governo 2027-2030 (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)Manteremos nossa ação junto ao Senado Federal para assegurar o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução salarial, nos termos aprovados na Câmara dos Deputados.
Ato oficialO Povo · 14/04/2026
Fim da escala 6x1: Lula envia projeto de lei ao Congresso em regime de urgência (abre em nova aba)Projeto do Executivo, com urgência constitucional, fixa limite de 40 horas semanais e 8 horas diárias, consolida a escala 5x2 e veda redução nominal ou proporcional de salários; mensagem publicada em edição extra do DOU.
DeclaraçãoPoder360 · 24/08/2026
Lula pressiona Congresso pelo fim da escala 6 X 1 (abre em nova aba)Lula afirmou que 'o nosso governo está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6 X 1'; a PEC em análise prevê jornada máxima de 40 horas e 2 dias de descanso remunerado, sem redução salarial.
VotaçãoInfoMoney · 27/05/2026
Câmara aprova PEC do fim da 6x1, com redução para 40h e jornada de 5 dias (abre em nova aba)PEC aprovada por 472 a 22 (1º turno) e 461 a 19 (2º turno): jornada de 40 horas, dois dias de folga, sem redução salarial, com redução inicial de duas horas 60 dias após a promulgação e até 12 meses para a adoção completa.
Relações com outros países
De quais países o Brasil deve se aproximar mais?
Ver alternativas e valores
- [4] Ficar do lado dos países ricos, mesmo que isso afaste os países em desenvolvimento.
- [3] Negociar com todos, preferindo países ricos.
- [2] Negociar com todos os países, sejam ricos ou em desenvolvimento.
- [1] Ficar do lado dos países em desenvolvimento, mesmo que isso afaste os países ricos.
Flávio Bolsonaro PL
Confiança médiaNegociar com todos, preferindo países ricos.
O plano de Flávio Bolsonaro propõe diplomacia 'pragmática, não ideológica', com reaproximação com Estados Unidos, Argentina e Israel, retomada da adesão à OCDE e abertura comercial, mantendo negociações com China, União Europeia e mercados asiáticos. Em maio de 2026, após encontro com Donald Trump, declarou que o Brasil integraria o 'Escudo das Américas'.
Por que esta alternativa?
A alternativa 3 corresponde ao plano: reaproximação com EUA, Argentina e Israel e adesão à OCDE, mas 'Negociaremos com todos [...] da China à União Europeia' e sem 'escolher amigos por afinidade ideológica'. A alternativa 4 foi descartada porque o plano mantém a China como parceira e rejeita alinhamento ideológico. Fora do plano, há sinais na direção da 4: a adesão anunciada ao 'Escudo das Américas', a declaração de que vai 'reavaliar' a permanência no BRICS (06/2026) e a proposta de 'libertar' o Brasil das 'amarras do Mercosul'. Por isso a confiança é média. Em 21/09/2026, porém, ele afirmou: 'A gente não tem que escolher um lado'.
5 fontes
Plano de governoFlávio Bolsonaro / PL (cópia hospedada pelo Poder360) · Data não informada
Para o Brasil vencer o atraso - Diretrizes do Plano de Governo 2027-2030 (abre em nova aba)p. 62: 'uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia'; 'as relações com países como Argentina, Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro'; 'Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos'. p. 63: retomar a adesão à OCDE e abertura comercial.
NotíciaCongresso em Foco · 14/08/2026
EUA, 'tesouraço' e presídios: o que prevê o plano de governo de Flávio (abre em nova aba)Resume que o plano propõe reaproximar o Brasil de EUA, Argentina e Israel, negociar com China, UE, EUA e mercados asiáticos conforme os interesses brasileiros, buscar 'soluções diplomáticas' contra sanções e retomar a adesão à OCDE; o texto não menciona o BRICS.
DeclaraçãoInvestidor10 · 26/05/2026
Após negar reunião, Flávio Bolsonaro aparece com Trump em foto na Casa Branca (abre em nova aba)Flávio defendeu 'parcerias estratégicas que enriqueçam o nosso povo, gerem empregos, tragam investimento, tecnologia e segurança' e afirmou que, se eleito, o Brasil passará a integrar o 'Escudo das Américas', iniciativa lançada por Trump.
NotíciaFarol da Bahia (FolhaPress) · 13/09/2026
Veja o que os candidatos à Presidência pensam sobre EUA, China, Brics e outros temas de política externa (abre em nova aba)Em entrevista ao podcast da Prager University (3 de junho), Flávio disse: 'vou reavaliar se o Brasil deve ficar em um bloco que é muito ideológico' e 'Vamos considerar deixar o bloco'. Em manifestação ao escritório de comércio dos EUA, falou em 'libertar das amarras do Mercosul'.
DeclaraçãoND Mais · 29/09/2026
O programa de Flávio Bolsonaro não menciona BRICS nem Mercosul: o que o candidato do PL propõe para o Brasil no mundo (abre em nova aba)No comício de Natal (21/09): 'A gente não tem que escolher um lado, a gente tem que estar junto com todas as nações que sejam desenvolvimentistas, que queiram investir no nosso Brasil, que queiram trazer tecnologia.'
Lula PT
Confiança altaNegociar com todos os países, sejam ricos ou em desenvolvimento.
O programa de Lula define uma política externa 'universalista', que negocia 'com todas as regiões do mundo', com prioridade declarada ao BRICS, ao Sul Global, ao Mercosul e à integração sul-americana, e rejeita 'alinhamentos automáticos'. O governo também concluiu acordos do Mercosul com União Europeia, EFTA e Singapura.
Por que esta alternativa?
A alternativa 2 corresponde ao programa, que define a política externa como 'universalista', negociando 'com todas as regiões do mundo' e 'diversificando nossas parcerias', e rejeita 'alinhamentos automáticos'. O programa declara prioridade ao BRICS e ao Sul Global ('aprofundaremos a aproximação geopolítica com o BRICS e com o Sul Global'), mas sem se afastar dos países ricos: prevê 'reaproximação com [...] a Europa', e o governo promulgou o acordo Mercosul-UE. Por isso a alternativa 1 foi descartada. Declarações sobre reduzir a dependência do dólar (2025) são um sinal parcial na direção da 1, sem alterar a ênfase do programa.
4 fontes
Plano de governoColigação PT/PSB/PV/PCdoB/PDT/PSOL/Rede (cópia hospedada pelo Congresso em Foco) · Data não informada
Diretrizes para o Desenvolvimento do Plano de Governo 2027-2030 (Programa de Governo Lula 2026) (abre em nova aba)'Manteremos uma política externa universalista [...] diversificando nossas parcerias estratégicas'; 'Aprofundaremos a aproximação geopolítica com o BRICS e com o Sul Global'; fortalecimento do NDB e 'dos mecanismos financeiros dos BRICS'; 'Faremos firme oposição a qualquer tentativa [...] de reduzir nosso país a uma posição de dependência geopolítica'; 'Persistiremos na reaproximação com a Ásia, o Oriente Médio e a Europa'.
NotíciaCongresso em Foco · 14/08/2026
Fim da 6x1, soberania e segurança: o plano de Lula para novo mandato (abre em nova aba)O plano cita 'pelo menos três ondas de tarifaços pelo Governo Trump', propõe política externa 'universalista', enfrentar 'agressões comerciais' com base no multilateralismo e aprofundar a aproximação com BRICS e Sul Global.
DeclaraçãoCongresso em Foco · 13/08/2025
Lula defende moeda do Brics e critica dependência do dólar (abre em nova aba)Lula: 'Nós não podemos ficar dependendo do dólar, que é uma moeda de um único país, que foi assumida como moeda do mundo' e 'podemos discutir nos Brics a necessidade de uma moeda de comércio entre nós'.
Ato oficialO Povo · 29/04/2026
Lula assina decreto que promulga acordo UE-Mercosul (abre em nova aba)Lula assinou o decreto que oficializa o acordo comercial Mercosul-União Europeia, em vigor a partir de 1º de maio de 2026, e enviou ao Congresso os acordos Mercosul-Singapura e Mercosul-EFTA (evidência de nuance: aproximação comercial com a Europa).

